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Enquanto cassação de Adail não é publicada, nova eleição é cogitada em Coari

Prefeito diz que convocará novo pleito. TSE informa que documento será publicado na próxima semana


Manaus - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicará, até a próxima semana, o acórdão com a cassação do prefeito afastado de Coari, Adail Pinheiro (PRP), e do vice-prefeito que renunciou ao cargo, Igson Monteiro (PMDB), segundo a assessoria de comunicação do tribunal.
Até a tarde de ontem, o acórdão estava na Seção de Apanhamento e Composição (Seac) do tribunal, pronto para ser publicado no Diário Eletrônico de Justiça (DeJ).
Com a publicação, assumirá a prefeitura o segundo colocado nas eleições em 2012, Raimundo Magalhães (PRB). Enquanto isso, o prefeito em exercício, Iliseu Monteiro (PMDB), tenta realizar nova eleição ao cargo.
Adail e Igson foram cassados pelo TSE, em 17 de dezembro do ano passado. Segundo o tribunal, Adail não podia ter participado das eleições, em 2012, por estar inelegível porque teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), em 2008, por abuso de poder político e econômico, além de acumular condenações nos Tribunais de Contas da União (TCU) e do Estado (TCE-AM).
Atualmente, com a prisão do prefeito afastado Adail Pinheiro e a renúncia do vice-prefeito Igson Monteiro, a prefeitura está sob o comando do presidente do Legislativo municipal, Iliseu Monteiro, irmão de Igson.

Ontem, de acordo com as publicações no Diário Oficial dos Municípios (DOM), Iliseu já exonerou secretários e nomeou novos gestores para o Executivo municipal.
A lei orgânica de Coari e a Constituição Federal preveem uma nova eleição quando prefeito e vice-prefeito estão afastados do cargo e quando já se passou um biênio do mandato. O prefeito em exercício informou que, em até 15 dias, realizará uma eleição indireta.
Mas, de acordo com advogados eleitorais, a assessoria de comunicação do TSE e os assessores do relator do recurso que cassou Adail e Igson, ministro Dias Toffoli, neste caso, o que vale é a decisão da Justiça Eleitoral, adotada no dia 17 de dezembro de 2014.
No dia 23 de dezembro do ano passado, os advogados de Raimundo Magalhães solicitaram ao TSE que o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) fosse comunicado da decisão para dar posse, imediatamente, a Magalhães. Mas o pedido foi indeferido pelo ministro Dias Toffoli porque, segundo ele, a comunicação ao TRE-AM só pode ser feita após a publicação do acórdão no DeJ. A negativa ao pedido foi publicada no DeJ da última terça-feira.
Ontem, os deputados estaduais Serafim Corrêa (PSB) e Abdala Fraxe (PTN) também cobraram celeridade do TSE para a publicação do acórdão da cassação de Adail e Igson. Para os parlamentares, a demora na execução da decisão tem motivado manifestações e gerado problemas político-administrativos em Coari.
A Executiva Estadual do PTN proibiu dois vereadores de Coari filiados ao partido político de apoiarem candidato ou uma nova eleição ao cargo de prefeito no município. Segundo o presidente estadual do PTN, deputado estadual Abdala Fraxe, a determinação foi enviada, na tarde de ontem, aos parlamentares. “O nosso partido pede urgência ao TSE na resolução desse imbróglio que vem retardando a publicação do acórdão e prolongando o sofrimento da população de Coari”, disse Fraxe.

TSE assina acórdão de julgamento que cassa mandato de Adail Pinheiro

Defesa do prefeito afastado de Coari-AM ainda pode recorrer da decisão.
Adail Pinheiro está preso acusado de chefiar rede de exploração infantil.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou na tarde desta sexta-feira (6) o acórdão do julgamento que cassou o mandato do prefeito afastado de Coari, Adail Pinheiro. A defesa ainda pode recorrer da decisão tomada pelos ministros do TSE. O registro de candidatura foi cassado em dezembro de 2014.

Sociedade debate processo de exploração da mina de silvinita no município de Autazes/AM

Exploração do minério será tema de audiência pública no dia 24 de março, realizada pelo Governo do Estado do Amazonas, por meio do Ipaam

Segundo o vigilante Oderlan da Silva Correia, terras em Autazes foram doadas irregularmente pela prefeitura
Projeto pode ser redenção econômica do município de Autazes, que tem seu PIB baseado na atividade agropecuária, com destaque para produção de leite (Divulgação)
O processo de licenciamento da mina de silvinita no município de Autazes (a 113 Km de Manaus) vai começar no dia 24 de março, com a primeira audiência pública para discutir o processo de exploração. A audiência é parte obrigatória do processo para cumprimento da Lei Estadual de Licenciamento Ambiental (Lei 3785,12) e da Resolução Conama Nº 001/86.
O Governo do Estado, por meio do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), vai realizar duas audiências em Autazes, sendo a primeira na sede do município, no dia 24, no Ginásio Juca Siqueira, localizado à Rua Francisco Rodrigues s/n, a partir das 9h.
A segunda será no dia seguinte, 25 de março, também a partir das 9h, na Vila de Urucurituba, no Centro Social João Soares Ferraz, localizado à Rua José Rodrigues Braga, s/n, à margem do Rio Madeira.
A Vila de Urucurituba fica a 13 Km da sede do município pelo Ramal do Rosarinho e mais 25 a 30 minutos de voadeira pelo Rio Madeira e é o local que vai ser construído o porto da companhia para escoamento da produção.
Eia/rima
O objetivo das audiências públicas é apresentar o projeto do empreendimento e o Estudo e Relatório de Impactos Ambientais (EIA/Rima) necessários ao processo de emissão da Licença de Instalação (LI) que tramita no Ipaam em nome da empresa Potássio do Brasil, com sede em Minas Gerais.
Segundo o presidente do Ipaam, Antonio Ademir Stroski, este empreendimento inaugura um novo momento no licenciamento ambiental do Amazonas, pois é totalmente diferente dos licenciamentos até então ocorridos, uma vez que boa parte do projeto é subterrâneo, a 800 metros de profundidade e extensão de 130 quilômetros quadrados. “É uma verdadeira cidade subterrânea”, declarou.
Antonio Stroski explica que a equipe de analistas do Ipaam se preparou para efetuar os procedimentos para a emissão desta licença referente a uma atividade pioneira no Estado. “Os técnicos foram visitar a mina de silvinita instalada em Sergipe, pertencente à mesma empresa, para ter uma visão do empreendimento em funcionamento”.
O presidente do Ipaam esclarece que a participação nas audiências é aberta a toda a população e que ele mesmo presidirá os trabalhos, mas alerta que o instituto apenas coordena as manifestações por parte da plateia e faz os devidos registros em ata. “O Ipaam não se manifestará nem a favor e nem contra durante a audiência. O posicionamento é posterior, com a emissão ou não da LI”, explicou Stroski.

TJ anula eleição para presidência da Câmara de Vereadores de Coari e cidade terá novo prefeito

Com a decisão, o então presidente da Câmara de Coari, Iliseu Monteiro, perde o cargo e também deixa de assumir a prefeitura da cidade, que fica vaga

Desembargadora Encarnação Salgado
A desembargadora Encarnação Salgado tomou a decisão de cancelar eleição da Câmara de Coari (Antonio Menezes)
Decisão da desembargadora Encarnação Salgado, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), anulou a eleição da presidência da Câmara Municipal de Coari, município distante a 363 quilômetros de Manaus, que havia sido realizada no dia 19 de novembro de 2014, e que elegeu Iliseu Monteiro (PMDB) como chefe do parlamento municipal.
Iliseu Monteiro é irmão do ex-prefeito de Coari, Igson Monteiro (PMDB), que renunciou ao cargo no dia 9 de fevereiro de 2015, abrindo espaço para que o presidente da Câmara Municipal de Coari, o irmão dele, assumisse o comando da cidade. Agora, por determinação da Justiça, Iliseu Monteiro terá que deixar a presidência da Casa – e o comando da Prefeitura.
Pela decisão da desembargadora Encarnação Salgado, a Câmara de Vereadores de Coari terá que fazer novas eleições para a escolha da nova presidência da Casa. Conforme a determinação da magistrada, o parlamentar mais velho deve assumir o comando da Casa. O mandado de segurança foi impetrado pelos vereadores Raimundo Nonato de Souza Coelho e Iranílson da Silva.  
"Os impetrantes afirmam, em síntese, que o ex-presidente da Câmara Legislativa do Município de Coari, o Vereador Antonio Adenilson Menezes Bonfim, ao emitir ato administrativo no dia 12 de novembro de 2014 regulando a eleição para os cargos da Mesa Diretora do órgão com base na Emenda à Lei Orgânica do Município n.º 010, datada de sua publicação no Diário Oficial dos Municípios do Estado no dia 13 de novembro de 2014, cometeu ato ilegal por utilizar norma não vigente para basear ato administrativo regulamentar", diz a decisão da magistrada.
MATERIA ACRITICA.COM.BR

Polícia prende em São Paulo de Olivença quadrilha que tentava traficar para os EUA animais silvestres avaliados em R$ 1 milhão

 
Animais Silvestres 1

Na opinião do Radar as penas por crime ambiental deveriam ser mais duras porque os criminosos conseguem responder em liberdade com um mero pagamento de fiança. Eles deveriam era ir parar na cadeia pra sentir o mesmo desespero de animais presos e maltratados dentro de jaulas, caixas de papelão ou madeira e sacos plásticos. Um desses exemplos, é o caso da prisão de uma quadrilha especializada no tráfico internacional de animais silvestres  presa por uma equipe de investigação da 52ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) localizada no município de São Paulo de Olivença, a 985 quilômetros em linha reta de Manaus. A quadrilha já vinha sendo investigada desde o ano de 2013 e agentes policiais conseguiram prender integrantes do bando graças ao avanço das investigações.

O grupo foi detido por volta das 15h após serem denunciados de forma anônima à unidade policial daquele município. Na estrada para o aeroporto, um carro de modelo picape encontrava-se abandonado e com 38 arraias de espécies raras, todas alojadas em sacos plásticos, 7 dos animais já estavam mortos.

Perto do local, policiais civis prenderam quatro homens, entre eles um menor de 17 anos, que estavam tentando fugir. Ari Seabra Arevalo, 45; Raimundo Arevalo, 36; e Francisco Chaves do Carmo, 53, confessaram em depoimento ter abandonado o carro na estrada após terem sido avisados sobre a presença da polícia.

Por volta das 12h uma aeronave clandestina pousou no aeroporto da cidade e permaneceu sem autorização na cabeceira da pista esperando o embarque da mercadoria

O delegado responsável pela prisão dos homens, titular da 52ª DIP, José Afonso Barradas Junior, destacou que parte dessa quadrilha já havia sido presa em 2013. “Esses bandidos estavam na nossa mira desde 2013 quando conseguimos prender cinco dos integrantes tentando embarcar com uma grande quantidade ilegal de peixes para tráfico. Já descobrimos que a rota de contrabando desse grupo passa pela Colômbia para enviar os animais aos EUA.”, informou a autoridade policial.

Os animais encontrados foram avaliados em cerca de R$ 1.000.000, o delegado informou ainda que as espécies capturadas estão na lista de seres em extinção e são encontrados apenas em dois lugares do Brasil, um deles é o rio Tapajós, rota de contrabando. Os animais que seriam vendidos para pesquisa e exposição em aquários encontram-se agora sob cuidados de técnicos no local.

Os homens foram autuados por Crime Ambiental, previsto no Artigo 29, parágrafo 1º inciso 3, da Lei nº9.605 /98, formação de quadrilha do Art. 288 do Código Penal Brasileiro, Associação Criminosa, e encontram-se a disposição da Justiça.

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Matéria radaramazonico.com.br

Comunidades do Amazonas aderem o Manejo Sustentavel

Foi assim na Comunidade Indígena do Dudurua, composto por vários lagos no período de 27 a 29 de 2014, onde ocorreu a despesca de TAMBAQUI, os moradores da comunidade liderados pelo seu cacique Ederaldo, se qualificaram na preservação e no manejo nos lagos que estão localizados em suas terras, num período de 3 anos, para fazer um manejo sustentável. Essa e mais uma das comunidades indígenas que vem realizando esse tipo de atividade, importante para o meio ambiente e principalmente do sustento dessas comunidades, com orientação técnica do IBAMA, foi realizado a despesca de cerca de 20 ton. de Tambaqui.
 
 
 
 
 
 

 
 
 


 

Como funciona a pontuação de multas? Quando expiram?

No Brasil, visando uma maior segurança e organização de nosso sistema de trânsito, foi criado o sistema de pontos da CNH. Tal sistema dita que quem acumula 20 ou mais pontos durante um período de 12 meses terá sua carteira de habilitação suspensa por até 12 meses. Infrações mais graves, mesmo sem completar 20 ou mais pontos, também podem resultar na punição. Há possibilidade de recursos para multas e os pontos nas carteias., mas mesmo assim, é muito difícil escapar delas.
Quem está no primeiro ano de carteira tem que tomar mais cuidado ainda, pois se forem cometidas infrações que excedam 4 pontos, você poderá perder sua carteira de habilitação.
Quais são os tipos de infrações?
As infrações foram divididas em quatro categorias:
  • Leve;
  • Média;
  • Grave;
  • Gravíssima.
Cada uma também corresponde a uma faixa diferente de multas, com exceção para casos específicos, como dirigir alcoolizado, que tem legislação com multas maiores. Algumas delas também podem levar à prisão do condutor. Quem não cometeu nenhuma infração nos último 12 meses e recebeu multa e pontos por uma infração leve ou média pela primeira vez pode recorrer, resultando em apenas uma advertência. A reincidência resultará na aplicação de multa e pontuação na carteira.
Qual a pontuação de cada tipo de infração?
A pontuação na carteira para cada tipo de infração funciona da seguinte forma:
  • Leve: 3 pontos;
  • Média: 4 pontos;
  • Grave: 5 pontos;
  • Gravíssima: 7 pontos.
Pontuação de multas
A pontuação de multas serve para controlar o nosso trânsito e impedir que motoristas imprudentes continuem prejudicando a civilidade no transporte. (Foto: aprocura.com.br)
O que acontece quando um motorista completa 20 pontos na carteira?
Ao completar 20 pontos na carteira o motorista fica proibido de dirigir por um tempo determinado, com a apreensão da carteira e a necessidade de passar por um curso de reciclagem. Isso também pode acontecer com alguns tipos de infrações gravíssimas, sem a necessidade de completar 20 pontos na carteira.

Quanto tempo dura a suspensão da CNH?
A primeira incidência resulta em uma punição que pode durar de um mês a um ano. No caso de reincidência, seis meses a dois anos, sendo que a autoridade responsável pode aumentar ou diminuir tais prazos dependendo do julgamento.
Quando expiram os pontos das multas?
Passados 12 meses após a infração, os pontos daquela infração específica expiram. Ou seja, se você cometeu outras infrações depois, ainda terá de esperar para que elas expirem.
Quem está suspenso pode dirigir?
Poder, até pode. Mas se for pego em blitz, terá cometido um crime de trânsito e pode pegar até um ano de prisão, fica dois anos sem dirigir e tem que tirar a carteira novamente, desde o começo, após esse prazo.
Como funciona o curso de reciclagem?
Deve fazer o curso de reciclagem o motorista que foi suspenso do direito de dirigir e aquele que cometeu muitas infrações, independente da gravidade delas, visando uma maior segurança para ele e outros no trânsito. É o mesmo curso feito para tirar a habilitação.
Recorrendo de infrações e transferindo pontos
Não é impossível recorrer de multas. Você tem que provar que não cometeu a infração por meio de fotos, testemunhas, provas concretas, ou não irá adiantar muita coisa. É possível também “transferir pontos”, caso não seja você o motorista no momento da infração. Mesmo assim, é importante tomar cuidado com qualquer tipo de infração. Conheça as leis e as respeite, pois elas foram feitas para proteger você e todos os outros.
MATEIRA carrodegarragem.com

Jon Jones e pego no exame anti-doping por uso de COCAINA


UFC 182 tem Jon Jones contra Daniel Cormier16 fotos

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Jon Jones vibra com vitória sobre Daniel Cormier pelo UFC 182 Leia mais Jeff Bottari/Zuffa LLC/Zuffa LLC

Duvido que qualquer fã ferrenho, espectador casual e até mesmo quem vê o MMA à distância não tenha tomado um enorme susto com a notícia de que Jon Jones, o maior astro do UFC da atualidade, tinha dado entrada em uma clínica de reabilitação para usuários de drogas. Isso três dias depois de ter vencido Daniel Cormier com propriedade e defendido o cinturão dos meio-pesados pela oitava vez consecutiva.
É uma situação quem envolve muitos debates, desde questões morais, em relação ao uso de drogas por parte de um atleta tão famoso e com tantos seguidores, até esportivo, tratando-se do flagrante de doping e de possíveis punições com isso.
A primeira reação do Ultimate foi proteger seu principal lutador – como já fez em um caso anterior, quando Jones destruiu um carro após beber e dirigir. O UFC e Dana White já publicaram mensagens de completo apoio ao atleta nesta luta contra seu “problema” (nunca foi usada a palavra “vício”).
A priori, a franquia está correta, dando apoio a um funcionário com um sério problema. Drogas são uma das maiores mazelas da humanidade. Pessoas e famílias inteiras são destruídas pelo uso de cocaína, sem entrar no mérito moral da questão, se está certo ou errado ele usar qualquer tipo de droga. Jones diz que identificou um problema e vai trata-lo.
Mas, neste momento, fica difícil acreditar que Jon Jones seja um usuário recorrente de cocaína. Os efeitos da droga não condizem com a preparação de um atleta de altíssimo nível como ele. Mais que isso, se fosse viciado, provavelmente teria caído em outros exames antidoping – ele fez mais uma surpresa depois do flagrante e outros na semana da luta.
Com essa internação, o dono do cinturão dos meio-pesados e o UFC levantam uma bandeira de combate ao uso de drogas e transformarão um grave caso de doping em uma história de heroísmo, onde um atleta superou o vício para se reerguer como campeão. Dessa forma, um possível caso de uso recreativo de cocaína por parte de um astro do esporte – ou seja, um exemplo ruim – ficará escondido.
Mas e a punição?
O que causou mais estranheza neste caso foi o fato de, apesar de Jon Jones ter sido flagrado em um exame antidoping surpresa, ele ter feito a luta contra Daniel Cormier sem qualquer tipo de punição. Essa questão é legal: a Agência Mundial Antidoping (WADA) não pune atletas pelo uso de cocaína e seus derivados fora das competições. Para a entidade, é diferente de anabolizantes, por exemplo, que melhoram desempenho durante treinamentos.
Agora, esse caso abre uma grande discussão. A própria Comissão Atlética do Estado de Nevada vai debater com a WADA se não é o caso de ampliar as punições para situações como essa ou o tempo que é considerado fase de competição. Se o flagrante tivesse sido na semana da luta, ela seria considerada sem resultado e o UFC poderia (e deveria) tirar seu cinturão.
MATERIA uol.com.br

A EVOLUÇÃO DE COARI A RAINHA DO SOLIMÕES




Neste final de ano estaremos entrando para o 3º Ano com novos governantes, onde prometeram melhorias na saúde, educação, gerariam empregos e melhorariam as vias publicas. Neste ultimo item realmente evoluímos, saímos do tapa buraco com barro, depois passamos para sobras de construção os chamados entulhos, agora estamos na fase do cimento, vários buracos já foram tampados pelo novo Secretario e Vereador Iram Medeiros, saímos da inércia para ação, estávamos perdendo para QUEIJO SUÍÇO de tantos buracos que haviam nas vias publicas. Na educação as crianças da zona rural tiveram poucos dias de aula, quando não era por falta de gasolina para abastecer o transporte que os levavam para as escolas rurais foi por falta de transporte dos professores ou por falta de merenda. Já na saúde boa parde dos atendimentos que necessitavam de cirurgias muitas delas básica foram encaminhadas para a capital Manaus, com uma licitação milionária no transporte aéreo, a falta de medicamentos materiais básico nas UBS foi uma constante, CRECHES com obras paralisadas a mais de um ano, cozinha comunitária, escola de tempo integral que deveria esta pronta desde fevereiro/2014 as 540 casas do conjunto Caracol onde o prazo expirou, isso apenas na zona Urbana se fossemos olhar a zona Rural onde existe mais de 200 comunidades, veriamos um caos maior ainda.


Já o cartão postal de Coari o Auditório Silvério Neri esta sucateado tanto que neste final de ano não houve formaturas neste local, fazendo com que os formandos fossem para outros locais, o descaso e revoltante. Afinal o que temos de comemorar com esse novo governo, que na realidade nem sabemos quem é, se o Sr. Igson ou Adail Pinheiro condenado no processo da pedofilia e recentemente no Supremo Tribunal Federal, o que realmente essas pessoas fizeram pelo seu povo.

Mas o presente de NATAL chegou! Demissão em massa, atraso nos rendimentos salariais, sem falar que 13º salário é coisa que aqui ninguém vê ou recebe assim como terço de ferias e tantos benefícios que os trabalhadores tem por direito, os enquadramentos salariais não são atendidos faz muito tempo, trabalhadores com mais de 18 anos sem receber nenhum reajuste, nem a perda da inflação que todas as categorias recebem anualmente, CADÊ NOSSOS VEREADORES, pois é de sua responsabilidade fazer uma lei que corrija os salários dos SERVIDORES PUBLICOS, ufa chega estou ficando irritado com tantos desmandos em um só lugar.

Mas renasce a esperança, que poderá vir com a posse do novo prefeito Raimundo Magalhães, a população eufórica por melhorias, mas as dificuldades são muitas, finanças comprometidas para os próximos anos, sem falar que ha uma expectativa por soluções rápidas, assim como houve na eleição do ex-prefeito Arnaldo Mitouso.
Se conselho fosse bom agente vendia, mas, como economista aconselho, quando empossado o Sr. Magalhães faça uma auditoria, para ver das possibilidades financeiras para poder realizar um bom mandato, não ter vergonha e pedir ajuda do estado para obras como recapeamento asfáltico, e conclusão de obras que deram inicio, manter um quadro funcional para atender a população e um corpo técnico capaz de dar as respostas, que a sociedade Coariense almeja.

TSE cassa registro de Adail Pinheiro por abuso de poder e anula os votos que o fizeram ganhar as eleições em 2012

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Com o voto-vista do ministro Gilmar Mendes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a maioria dos ministros indeferiu, na sessão extraordinária desta quarta-feira (17), o registro de candidatura do prefeito eleito de Coari (AM) em 2012, Manoel Adail Amaral Pinheiro. Os ministros concluíram o julgamento ao analisar um recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da coligação “Coari Tem Jeito”
O recurso pedia a anulação dos votos do prefeito porque ele teve as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da União (TCU) e também por ter sido condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) por abuso de poder econômico e político em 2008, enquadrando-o na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010).
Sustentam o Ministério Público e a coligação que Manoel Adail estaria inelegível, com base na Lei de Inelegibilidades (LC nº 64/1990), com as alterações feitas pela Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/2010), por abuso de poder político e econômico e irregularidades insanáveis em prestação de contas de convênios envolvendo recursos federais que caracterizariam ato doloso de improbidade administrativa.
Afirmam que o Tribunal de Contas da União (TCU) reprovou as contas de Manoel Adail ao constatar irregularidades insanáveis em dois convênios entre a prefeitura e o governo federal, com burla à Lei de Licitações. De acordo com os autores do recurso, as irregularidades demonstram a ocorrência de ato doloso de improbidade administrativa.
Argumentam ainda que, enquanto prefeito em 2008, Manoel Adail teria distribuído R$ 4 milhões em bens, como geladeiras, fogões e celulares, para habitantes do município, visando apoiar um aliado político.
Por maioria, foi dado provimento ao recurso para indeferir o registro do candidato, vencidos os ministros relator, Dias Toffoli, Luciana Lóssio e Admar Gonzaga. Os ministros João Otávio de Noronha e Laurita Vaz votaram, em sessões passadas, por acolher o recurso para indeferir o registro de candidatura de Manoel Adail. Na sessão da noite de hoje, votaram com a divergência os ministros Gilmar Mendes e Luiz Fux.
Matéria radaramazonico.com.br