Manaus, 22 de Março de 2012
ARISTIDE FURTADO
O Conselho Superior do Ministério Público do Estado (MPE) decidiu, por unanimidade, afastar o promotor de Justiça, David Carramanho, do cargo até o final do julgamento da ação penal proposta contra ele por suposta prática de corrupção.
Carramanho é acusado de tentar extorquir o prefeito de Coari Arnaldo Mitouso (PMN). O promotor teria pedido, em outubro de 2010, R$ 400 mil para não entrar com uma representação por improbidade administrativa contra o prefeito.
O afastamento de David Carramanho foi decidido no último dia 13. A medida consta da edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira. Durante o tempo em que ficar fora da função, o promotor receberá o salário de R$ 22 mil. “Isso é o que determina a lei por conta da presunção de inocência”, explicou o procurador-geral de Justiça, Francisco Cruz.
O promotor já havia sido afastado em 2011 durante a investigação, pelo MPE, do suposto ato de corrupção. “O afastamento não pode ser superior a noventa dias. Ele (promotor) teve que voltar ao trabalho. Agora ele ficará afastado pelo tempo que durar o processo. Espero que o prazo seja breve para dar uma resposta à sociedade”, disse o procurador.
David Carramanho responde a duas ações no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). Além da tentativa de extorsão, outro processo pede que ele seja demitido. A denúncia contra o promotor chegou ao tribunal no dia 3 de março de 2011. No dia 12 de dezembro foi recebida pelo Pleno da Corte. Tem como relator o desembargador Wilson Barroso. A movimentação mais recente do processo data do último dia 14.
Em novembro de 2010, Carramanho, que atua em Manaus, mas que havia sido designado para Coari, com base em denúncias sobre o atraso do pagamento dos salários dos funcionários públicos do município, pediu o bloqueio das contas da Prefeitura. Também deu entrada a uma ação de improbidade administrativa solicitando o afastamento do prefeito Arnaldo Mitouso.
No mesmo período, o prefeito denunciou a extorsão MPE. E apresentou vídeo comprovando a suposta chantagem.
ARISTIDE FURTADO
O Conselho Superior do Ministério Público do Estado (MPE) decidiu, por unanimidade, afastar o promotor de Justiça, David Carramanho, do cargo até o final do julgamento da ação penal proposta contra ele por suposta prática de corrupção.
Carramanho é acusado de tentar extorquir o prefeito de Coari Arnaldo Mitouso (PMN). O promotor teria pedido, em outubro de 2010, R$ 400 mil para não entrar com uma representação por improbidade administrativa contra o prefeito.
O afastamento de David Carramanho foi decidido no último dia 13. A medida consta da edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira. Durante o tempo em que ficar fora da função, o promotor receberá o salário de R$ 22 mil. “Isso é o que determina a lei por conta da presunção de inocência”, explicou o procurador-geral de Justiça, Francisco Cruz.
O promotor já havia sido afastado em 2011 durante a investigação, pelo MPE, do suposto ato de corrupção. “O afastamento não pode ser superior a noventa dias. Ele (promotor) teve que voltar ao trabalho. Agora ele ficará afastado pelo tempo que durar o processo. Espero que o prazo seja breve para dar uma resposta à sociedade”, disse o procurador.
David Carramanho responde a duas ações no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). Além da tentativa de extorsão, outro processo pede que ele seja demitido. A denúncia contra o promotor chegou ao tribunal no dia 3 de março de 2011. No dia 12 de dezembro foi recebida pelo Pleno da Corte. Tem como relator o desembargador Wilson Barroso. A movimentação mais recente do processo data do último dia 14.
Em novembro de 2010, Carramanho, que atua em Manaus, mas que havia sido designado para Coari, com base em denúncias sobre o atraso do pagamento dos salários dos funcionários públicos do município, pediu o bloqueio das contas da Prefeitura. Também deu entrada a uma ação de improbidade administrativa solicitando o afastamento do prefeito Arnaldo Mitouso.
No mesmo período, o prefeito denunciou a extorsão MPE. E apresentou vídeo comprovando a suposta chantagem.
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