Alan estava entre um grupo de manifestantes que se aglomerou nesta manhã em frente ao polo da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) no município
O homem foi preso depois de ameaçar de morte o professor Alexandre valente no município de Coari na manhã desta terça (9)
A
chegada da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia ao
município de Coari (a 370 quilômetros de Manaus) tem gerado confrontos
entre partidários pró e contra a atual gestão do município, gerido por
Adail Pinheiro (PRP). O último embate entre os grupos terminou na prisão
de Alan da Costa Silva, que é suspeito de ameaçar de morte o professor
Alexandre valente, 43, que trabalhou na campanha eleitoral de Magalhães,
segundo colocado nas últimas eleições.
Alan estava entre um grupo de manifestantes que se aglomerou nesta manhã em frente ao polo da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) no município. Local onde a CPI, da Câmara dos Deputados coletava depoimentos sobre a investigação de exploração sexual de crianças e adolescentes.
O professor Alexandre informou que não entende os motivos da ameaça, já que não trabalha mais para o então candidato à prefeitura da cidade, Magalhães. Ele disse que acompanha os trabalhos da CPI, porque se sensibiliza com assunto.
"Tenho uma filha de 16 anos e não suportaria que coisa como as que estão relatando aqui fosse feita com minha filha", disse Alexandre.
O manifestante foi encaminhado para a delegacia do município, onde assinou um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e foi liberado.
MATÉRIA ACRITICA.COM.BR
Alan estava entre um grupo de manifestantes que se aglomerou nesta manhã em frente ao polo da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) no município. Local onde a CPI, da Câmara dos Deputados coletava depoimentos sobre a investigação de exploração sexual de crianças e adolescentes.
O professor Alexandre informou que não entende os motivos da ameaça, já que não trabalha mais para o então candidato à prefeitura da cidade, Magalhães. Ele disse que acompanha os trabalhos da CPI, porque se sensibiliza com assunto.
"Tenho uma filha de 16 anos e não suportaria que coisa como as que estão relatando aqui fosse feita com minha filha", disse Alexandre.
O manifestante foi encaminhado para a delegacia do município, onde assinou um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e foi liberado.
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