A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou nesta
quinta-feira que, com o programa Mais Médicos, a presidente Dilma
Rousseff "não vai deixar nenhum município brasileiro sem médico".
"Nós temos 700 municípios sem médico no Brasil", disse. O programa foi lançado no dia 8 e visa, de acordo com o governo, aumentar o número de médicos atuantes na rede pública de saúde em regiões carentes, além de permitir a vinda de profissionais estrangeiros ou de brasileiros que se formaram no exterior, sem a necessidade de revalidação do diploma.
Ideli defendeu a vinda de médicos estrangeiros para o país, mas
ressaltou que isso só deve ocorrer, pelo programa, no caso das vagas não
preenchidas por profissionais brasileiros. "Só se os médicos
brasileiros não quiserem ocupar as vagas é que nós traremos médicos de
fora", disse.
Ela ressaltou que uma das motivações do programa da administração federal para a área da saúde é a má distribuição de profissionais no país. Enquanto os grandes centros urbanos contam com um número de médicos compatível com o que estabelece a Organização Mundial da Saúde (OMS), as regiões da periferia e do interior do Brasil têm número insuficiente de médicos, segundo Ideli.
Além do mais, há um descompasso entre a rede pública e a privada. "Na Bahia, o setor privado oferece 15 médicos para mil habitantes e o setor público oferece 1,2 médico por mil habitantes", justificou. A ministra de Relações Institucionais defendeu ainda os dois anos a mais que os estudantes de medicina terão de cursar, pelo Mais Médicos.
"São dois anos importantes, para que o médico tenha um estágio de aprendizado na atenção básica de saúde e na urgência e na emergência", disse. "Antes de se especializar, ele (o estudante de medicina) tem de entender a saúde como um todo". O programa Mais Médicos foi enviado por Dilma ao Congresso via medida provisória (MP).
MATÉRIA UOL.COM.BR
"Nós temos 700 municípios sem médico no Brasil", disse. O programa foi lançado no dia 8 e visa, de acordo com o governo, aumentar o número de médicos atuantes na rede pública de saúde em regiões carentes, além de permitir a vinda de profissionais estrangeiros ou de brasileiros que se formaram no exterior, sem a necessidade de revalidação do diploma.
Ela ressaltou que uma das motivações do programa da administração federal para a área da saúde é a má distribuição de profissionais no país. Enquanto os grandes centros urbanos contam com um número de médicos compatível com o que estabelece a Organização Mundial da Saúde (OMS), as regiões da periferia e do interior do Brasil têm número insuficiente de médicos, segundo Ideli.
Além do mais, há um descompasso entre a rede pública e a privada. "Na Bahia, o setor privado oferece 15 médicos para mil habitantes e o setor público oferece 1,2 médico por mil habitantes", justificou. A ministra de Relações Institucionais defendeu ainda os dois anos a mais que os estudantes de medicina terão de cursar, pelo Mais Médicos.
"São dois anos importantes, para que o médico tenha um estágio de aprendizado na atenção básica de saúde e na urgência e na emergência", disse. "Antes de se especializar, ele (o estudante de medicina) tem de entender a saúde como um todo". O programa Mais Médicos foi enviado por Dilma ao Congresso via medida provisória (MP).
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